quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
A fé monoteísta - Por Marcos Andrade Abrão
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UMA FÉ MONOTEÍSTA
A religião monoteísta que o Eterno estabeleceu começando com Abraão e consolidando com a vinda do Messias Yeshua, tem como base um conceito fundamental: O Eterno é Um. Dizer que o Eterno e trino, além de ser uma afirmação não bíblica, atenta contra a natureza fundamental do D'us Todo Poderoso, a Sua Unidade. Cremos que Yeshua é o Filho de D'us, e ele jamais atribuiu a si mesmo o ser o próprio Eterno. Yeshua chamou o Eterno de meu D'us, até no livro do Apocalipse e quando foi tentado no deserto disse que só deveríamos prestar culto ao Eterno. O Judaísmo Messiânico da Unidade, acredita que Yeshua é o Messias, mas não crê de forma alguma em trindade. O Judaísmo Messiânico da Unidade proclama abertamente que crê na Unidade do Eterno e que Ele é Um e a única fonte de toda a vida. O único que jamais teve um começo. O judaísmo Messiânico da unidade também acredita que o Messias deve ser chamado pelo seu nome, Yeshua, pois este nome foi dado pelo Eterno e tem um significado especial.
PORQUE YESHUA É A PALAVRA DE D'US?
O Eterno não precisa da palavra para se comunicar, palavra é um conceito para o mundo existente, não é conceito superior. A revelação divina não precisa necessariamente de palavras para ser transmitida. Mas quando o Eterno quer transforma uma revelação em algo que nós possamos captar, ela é transformada em palavras, e aí entra o Messias. O Messias é o transformador da mensagem Divina em Palavras. Por isso ele é chamado de a Palavra de D’us.
A CONGREGAÇÃO DO ETERNO:
A Congregação do Eterno é constituída por judeus circuncisos na carne e no coração e por gentios circuncisos no coração que se transformaram em prosélitos.
O QUE CREMOS?
Só existe um D'us, o Eterno. Um só mediador entre este D'us e os homens, o Messias Yeshua. Uma só Congregação do Eterno que começou com Abraão, recebeu a Torah através de Moisés, e foi restaurada pelo Messias Yeshua. Que a Nova Aliança internaliza a Torah em nossos corações. Confira na palavra de D'us: João 1:17, João 5:24, Êxodo 19:8-11, Atos 21:18-25, Efésios 1:17-22, Neemias 13:1, Mateus 16:18 (restaurarei e não edificarei), Jeremias 31:31-33, Hebreus 8:8-10, Atos 10:48, Efésios 4:6, 1 Timóteo 2:5.
A GENUÍNA RESTAURAÇÃO:
A nossa restauração não está ligada a reforma protestante, nem ao termo igreja do primeiro século ou visão apostólica. Porque no primeiro discurso de Pedro em Atos 3:20,21 ele já anunciava no primeiro século a verdadeira restauração, que havia sido profetizada pelo profetas de Israel. Se os emissários anunciavam uma restauração que é uma das razões da primeira vinda do Messias, além de pagar pela dívida da transgressão da Torah, então não faz sentido querer restaurar até o primeiro século. A VERDADEIRA RESTAURAÇÃO SÓ OCORRERÁ COM A ENTRADA DA PORÇÃO DAS NAÇÕES ESCOLHIDA PELO ETERNO E O RETORNO DE ISRAEL, COM SUA RESTAURAÇÃO ESPIRITUAL COMO NAÇÃO. Tudo isto está ligado a promessas dadas desde Abraão, então a nossa restauração está comprometida com a Congregação do Eterno que começou com Abraão.
QUEM É A BABILÔNIA?
A Babilônia não é nenhuma igreja específica, mas um sistema religioso falso, fundamentado num calendário religioso de festas pagãs baseadas no calendário solar, na negação da Unidade do Eterno, no desprezo das Leis do Eterno, e na falta de fé nos testemunhos do Eterno. Qualquer pessoa que esteja compactuando com estas práticas ficam vulneráveis a Babilônia. Obviamente por trás da Babilônia existe uma força espiritual maligna e no livro do apocalipse há uma exortação clara para sairmos deste sistema religioso falso.
É POSSÍVEL EXISTIR CONGREGAÇÕES JUDAICO MESSIÂNICAS DA UNIDADE E CONGREGAÇÕES DE PROSÉLITOS FORA DO SISTEMA BABILÔNICO?
Com certeza e já está acontecendo isto. Líderes de Congregações Judaico Messiânicas da Unidade estão abrindo novas congregações e vários líderes e pastores de igrejas evangélicas estão tirando os conceitos babilônicos e guiando suas igrejas dentro do contexto bíblico. Além de congregações judaicas tradicionais que já tem a visão da Unidade do Eterno e da Torah, e pouco a pouco estão compreendendo o testemunho de Yeshua, obviamente fora da visão romana do Messias, que está envolta em mitologias e sincretismos religiosos. É preciso ver o Messias e entender suas palavras dentro do contexto judaico e fora do sincretismo religioso que surgiu no terceiro século.
ONDE ESTÁ O POVO DE D'US?
Vamos encontrar o povo de D'us espalhado. Estão dentro do Judaísmo Tradicional, dentro do Judaísmo Messiânico e dentro das Igrejas Evangélicas. São os judeus circuncisos na carne e no coração e os gentios circuncisos no coração.
Shalom para todos.
Marcos Andrade Abrão
FONTE: http://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=370475232970395&id=100000237643180
NOTAS
A Unidade do Eterno embora seja algo simples de entender, é bastante combatido, em razão do engano que o inimigo colocou introduzindo a trindade, uma visão antiga primeiramente promulgada por Semirames após a morte de Ninrode. No primeiro século esta doutrina voltou a tona através do gnósticos como a Tríade que futuramente se tornou a trindade. O Eterno é Um, fato bíblico e totalmente consolidados pelos textos bíblicos. A Unidade do Eterno é a base da fé monoteísta e Yeshua deixou isto muito claro, tanto ele como os apóstolos:
Efésios 4:6 "UM D'us e Pai de todos, O qual é sobre todos, e está em todos.
1 Timóteo 2:5 "Porque há UM só D'us e um só mediador entre D'us e os homens, Yeshua, o Messias, homem" - Tradução literal: "Porque D'us é UM. Também há um mediador de D'us e os homens, o homem Yeshua, o Messias"
João 17:3 "E a vida eterna é esta: Que conheçam a Ti, como o Único D'us verdadeiro, e a Yeshua o Messias, aquele ao qual Tu enviaste"
A passagem de 1 João 5:7 que pretensamente cita a trindade, estando apenas em 8 manuscritos entre 8000 manuscritos antigos, foi enxertado no século 16 e o próprio Herasmus de Roterdan relutou em colocar esta passagem em seu novo testamento grego, apenas inserindo-a na terceira edição, sob risco de excomunhão e mesmo assim colocando grandes ressalvas de próprio punho questionando a veracidade desta passagem. Passagem esta, fabricada no século 16 por um Frade da igreja Romana. Não estando presente em nenhum manuscrito antigo (Estudo de Luiz Felippe Cavalcante).
O maior problema com a doutrina do “unicismo” é que ela anula por completo o sentido da “obediência” exercida pelo Messias, que anulou a maldição causada pela desobediência de Adão e Eva. Ora, se Yeshua era uma encarnação de D’us o ato de obediência que serviu de restituição para nós, perde completamente o sentido, pois é o mesmo que dizer que D’us obedeceu a D’us. Na verdade Yeshua como Filho de Elohim, e manifestando-se em um corpo físico, precisou tomar a decisão de beber o cálice da aflição e do flagelo para se tornar o instrumento do Eterno para salvação dos homens e da terra, como já vimos. Mesmo sendo o próprio Filho de Elohim, foi requerido dele esta decisão e por isto se diz acerca dele: “Apesar de ser Filho, aprendeu a obediência pelo que sofreu” (Hebreus 5:8).
Ao rejeitar a verdade a pessoa recebe a operação do Erro. Os que rejeitam a verdade geralmente não querem pagar o preço pela verdade, pois embora ela nos liberte, a verdade nos liberta para servirmos ao Eterno e fazermos a vontade Dele, renunciando a nós mesmos. Muitos querem uma "verdade" manipulável, pois assim adaptam as limitações ou coveniências de suas próprias vidas. Quem quer receber a verdade, esteja disposto a viver a verdade. Shalom!
Alguns usam Judas 1:4 para defender a trindade, mas é só traduzir correto e o versículo separa completamente o Eterno do Messias Yeshua, e coloca Yeshua na posição de Mestre, ou seja, aqueles que eram os senhores dos escravos, denotando que ele foi colocado pelo Eterno para exercer autoridade sobre nós, afinal de contas foi ele quem pagou pelo nosso resgate com o seu sangue. Embora somos irmãos dele, há passagens bíblicas que os apóstolos se colocam como servo, escravo do Messias pelas razões acima. Este versículo na verdade é excelente, pois desmascara as pessoas que perderam o temor a D'us e usam a graça como uma desculpa para viverem uma vida sem nehuma consagração. A tradução literal é: "Certas pessoas entraram furtivamente (não pela porta correta), estes que desde tempos antigos já forma disignados para julgamento, mudam a graça do nosso D'us em lascívia (libertinagem, luxúria), e negam nosso mestre (não é kurios - senhor, mas o termo é "despotes" em grego) Yeshua, o Messias" (Judas 1:4).
Na carta aos Colossenses vemos que Yeshua é o Rosh (cabeça da congregação do Eterno), nele está toda plenitude cabível num ser, pois a plenitude do Eterno nem o mundo existente pode contê-la, e ele foi o modelo para a criação de todas as coisas, já que é o primogênito, ou seja, aquele que foi criado antes de todas as criaturas, em outras palavras o primeiro a receber vida no mundo existente. Ele é a imagem do D'us invisível e não o D'us invisível, pois ele, o Messias foi escolhido para ser o representante oficial do Eterno no mundo existente. Eis a tradução correta de um dos versículos distorcidos na carta aos Colossenses: Tradução de Colossenses 2:16,17 segundo os manuscritos semitas: "Portanto, não deixeis que vos perturbe a humanidade quanto ao comer, ou ao beber, nem hesiteis em participar das Festas, ou da Lua Nova, ou dos Shabatot. Tais coisas são o prenúncio daqueles que preparam o próprio corpo para ser julgado no Messias" (Colossenses 2:16,17).
Yeshua tem substância Divina, mas não é uma "divindade". Na verdade este termo "divindade" não deve ser usado. O Eterno é o Todo Poderoso, a fonte de toda a vida, o D'us Uno e Único. O doador de todas as coisas. Quando dizemos que Yeshua foi gerado com subtância Divina, é obvio, que ele recebeu isto do Eterno, sendo Unigênito, único gerado do tipo. Esta substância Divina que está no Messias, o capacita para ser o representante oficial do Eterno, mas no o torna um segundo deus, nem uma divindade. Yeshua, nas suas próprias palavras disse que é o Filho de D'us, o Messias. O Eterno é Um, e Yeshua é o Messias.
É verdade. Existem versículos abundantes afirmando a Unidade do Eterno e que Yeshua é o Filho de D'us, o Messias e não uma parte da trindade. Mas existem alguns versículos que foram enxertados nos manuscritos, outros mal traduzidos e ainda outros que revelam coisas profundas acerca da relação do Pai com o Filho e são mal compreendidos. Mas, volto a dizer quando a Unidade do Eterno as citações são abundantes e incontestáveis. A Bíblia é o livro da verdade, jamais estaria escrito que o Eterno é Um, se Ele fosse trindo, isto não tem o menor sentido.
Marcello Fabbrini
A farsa da trindade. OBSERVE A NOTA DE RODAPÉ DA BÍBLIA DE JERUSALÉM-CATÓLICA.
É possível que em sua forma precisa essa fórmula - pai-filho-espirito santo reflita a influência do uso litúrgico, posteriormente fixado na comunidade primitiva, sabe-se que o livro de Atos fala em batizar em nome de Yeshua, mas tarde deve-se ter estabelecido a associação do batismo as três pessoas da trindade. Aqui as passagens em nome de Yeshua: Atos:2:38; Atos:8:16; Atos:10:48; Atos:19:05
Um estudo para todos refletirem sobre a Unidade do Eterno
D'us é Uno (um) e não trino!
e a revelação de Yeshua
e do espírito do Santo!
Um aspecto fundamental acerca da existência do Eterno é que Ele é UM. Esta unidade está estampada na bíblia de uma forma clara, precisa e inquestionável. Para tratar deste assunto têm sido formulados vários argumentos, e entre eles o fato de que “Elohim” é o plural de D’us e que “Echad” embora signifique “um”, tem um caráter de “unidade composta”. Precisamos compreender que o Eterno embora seja Um, recebe um título no plural para expressar a Sua pluralidade no que diz respeito às diversas manifestações ou emanações do Seu próprio espírito. A Sua grandeza tanto no aspecto da graça como da justiça é multiforme e se desdobra através de incontáveis formas. Os conceitos fundamentais da Sua sabedoria foram revelados ao nosso povo através da Torah, o qual foi plenificado através do testemunho de Yeshua. O Eterno é Um, mas expressa Sua grandiosidade através de Suas múltiplas manifestações. Ele, bendito seja o Seu nome, é o “HaGdulah BaM'romim”, a “Majestade nas Alturas”, o Todo Poderoso.
O termo hebraico “Echad” significa um, mas tem o sentido de uma unidade composta em algumas aplicações, porém é bom lembrar que o termo “Elohim” que é plural, foi acompanhado pelo verbo “Bará” (criou), o qual foi empregado no singular logo na primeira frase do livro de Gênesis, no versículo um do capítulo um. Quando se usa o termo “unidade composta” para se referir a “Echad”, usa-se o exemplo de um objeto que pode conter outros objetos, como uma bandeja com vários copos. Mas é bom lembrar que embora uma bandeja possa conter vários copos, ainda é uma bandeja e não duas ou três. Como já vimos, o Eterno é um, mas pela Sua natureza incomensuravelmente poderosa e grandiosa, Ele pode se revelar de maneira múltipla e através de recursos ilimitados, que estão muito além da capacidade humana de compreender e captar. Fazendo uma analogia ao exemplo da bandeja, diríamos que o Todo Poderoso pode emanar o Seu espírito através de inúmeras expressões ou de pessoas usadas por Ele, sem deixar em hipótese alguma de ser “UM”. Na verdade o mundo existente não suportaria a plena Unidade do Eterno, embora seja a Sua Unidade que atrai todo o mundo existente a Ele, por exercer uma espécie de força gravitacional incomensurável grande.
Ser UM é mais específico do que ser único. O Eterno é o único D’us e ao mesmo tempo Ele é essencialmente UM, ou seja, é uma personalidade única sem nenhuma subdivisão. Neste contexto, chamar D’us de “trino” atenta contra a verdade fundamental de que Ele é “uno”. Mesmo o termo “triunidade” ou “trindade” sugere que o Eterno tenha uma tripla personalidade, ou seja, seriam três pessoas que supostamente existiriam em plena unidade. Certamente esta doutrina surgiu da influência helenista, ou seja, da cultura e do pensamento grego, que por natureza é dualista e quando se trata das questões religiosas é tendenciosamente politeísta. Mas, se pesquisarmos mais profundamente encontraremos a fonte desta doutrina no sistema religioso babilônico, criado por Semírames e os sacerdotes de Ninrode, que criaram a primeira trindade, constituída pelo suposto deus pai e também o deus sol (Ninrode), da suposta deusa Semirámes e do suposto deus filho Tamus. Esta falsa religião é preservada até hoje através das datas comemorativas tendo como referencial o calendário solar. O falso deus sol é comemorado no domingo, o nascimento do pretenso deus filho Tamuz é comemorado na conhecida festa do natal e a deusa Semírames na data da páscoa cristã que marcaria a sua reencarnação, a qual não coincide com a data da páscoa estabelecida pelo Eterno que é no 14º dia do mês de Nissan.
Se o Eterno existisse através de três personalidades, não haveria nenhum sentido para usar o termo “Echad”, nem em dar tanta ênfase acerca à Sua unidade. A trindade pode conviver com o conceito de que o Eterno é o único D’us, mas fere a definição de que este D’us além de ser o único D’us verdadeiro, é UM (UNO), ou seja, tem apenas uma personalidade.
Existe também outra doutrina com relação ao Messias que recebe o nome de “unicista” entre os evangélicos, que difere do conceito judaico de “unicismo”. Esta doutrina evangélica afirma que Yeshua é uma manifestação de D’us, uma espécie de encarnação de D’us. Esta concepção também não encontra sustentação bíblica consistente, pois como já vimos, o Messias é o Filho unigênito, ou seja, o único gerado com o DNA espiritual do Eterno. O termo unigênito pode ser traduzido como “único do tipo”, “exclusivo” e de uma forma mais geral o “único gerado”, como lemos na B’rit Chadashá: “Visto que, desta maneira amou D'us o mundo, de tal modo, que deu o Seu Filho unigênito (único do tipo, único gerado, exclusivo), a fim de que todos os que colocam a confiança em direção a ele, não sejam destruídos, mas tenham vida eterna” (João 3:16). Yeshua existe como pessoa, tendo personalidade própria, experiência própria e é a testemunha fiel do Eterno. O maior problema com a doutrina do “unicismo” é que ela anula por completo o sentido da “obediência” exercida pelo Messias, que anulou a maldição causada pela desobediência de Adão e Eva. Ora, se Yeshua era uma encarnação de D’us o ato de obediência que serviu de restituição para nós, perde completamente o sentido, pois é o mesmo que dizer que D’us obedeceu a D’us. Na verdade Yeshua como Filho de Elohim, e manifestando-se em um corpo físico, precisou tomar a decisão de beber o cálice da aflição e do flagelo para se tornar o instrumento do Eterno para salvação dos homens e da terra, como já vimos. Mesmo sendo o próprio Filho de Elohim, foi requerido dele esta decisão e por isto se diz acerca dele: “Apesar de ser Filho, aprendeu a obediência pelo que sofreu” (Hebreus 5:8). Neste versículo fica mais do que claro que Yeshua é uma personalidade separada de D’us, que depende e foi gerado por D’us, e que embora tenha o DNA espiritual do Pai, e exerça algumas funções de caráter Divino, também está em um processo de aprendizagem na sua interação com o Todo Poderoso.
Um outro fato relevante foi quando Yeshua estava no madeiro, derramando o seu sangue como um sacrifício perfeito, fazendo-se maldição por nós, e naquele momento recebendo sobre ele o jugo dos pecados de todos aqueles que viriam a aceitar o seu testemunho, os quais herdarão o reino dos céus. Um conceito fundamental sobre o Eterno é que Ele é santo e jamais o pecado poderia estar Nele ou recair sobre Ele. Em razão disto, naquele exato momento, às três horas da tarde (hora nona do dia), quando se oferecia o sacrifício diário no templo, Yeshua recebeu a culpa pelos nossos pecados, exatamente como o cordeiro que antes de ser sacrificado recebia a culpa do ofertante que impunha as suas mãos sobre a sua cabeça. Precisamente neste momento, o D’us Todo Poderoso se afastou do Messias Yeshua, o que foi sentido pelo Seu Filho que clamou: “D’us meu, D’us meu, porque me abandonaste? (Mateus 27:46b)”. Este versículo que havia sido profetizado no Salmo 22:1, expressa o momento quando o Eterno se afastou momentaneamente do Seu próprio Filho, porque o pecado não pode de forma alguma está associado a Ele. Foi uma das vezes na B’rit Chadashá que o Messias não chamou o Eterno de Pai, mas de D’us. No livro de Isaías, há uma profecia que tem dupla aplicação, ou seja, parcialmente se refere a Israel e plenamente ao Messias, e diz: “Por um breve momento te abandonei, mas com grandes misericórdias torno a acolher-te” (Isaías 54:7). Ali, naquele momento, Yeshua pagou o preço mais alto, o de perder momentaneamente o contato espiritual com o Eterno, e carregar sozinho o jugo do pecado, tornando-se o instrumento da salvação do Eterno. O Eterno participou daquele momento através da incomensurável dor de ver o Seu próprio Filho passando tão grande aflição. Com a morte do Messias foi consumada a obra da salvação, o pagamento da dívida da transgressão da Torah, abrindo um porta para todos que recebem o seu testemunho, a fim de fazerem teshuvá, retornando ao Eterno em genuíno arrependimento.
Um acontecimento correlato a este ocorreu no deserto, quando muitos do povo de Israel estavam morrendo pelas picadas de serpentes venenosas. Na ocasião Moisés clamou por livramento e o Eterno ordenou-lhe confeccionar uma serpente de bronze, que posteriormente foi destruída, pois tinha uma aplicação apenas para aquele momento. Naquela época o bronze polido era usado como espelho, e aquela serpente de bronze refletia a luz do sol, o que fazia com que fosse vista a longas distâncias. Assim, cada vez que alguém era picado por uma cobra venenosa, bastava olhar para aquela serpente de bronze e era curado instantaneamente. Obviamente ao olhar para a serpente a pessoa deveria estar imbuída de fé e confiança nas palavras de Moisés, as quais lhe foram reveladas pelo Eterno, como está escrito: “Confeccionou Moisés uma serpente de bronze e a colocou sobre uma haste. O homem sendo mordido por uma serpente olhava a serpente de bronze e vivia” (Números 21:9). Assim também Yeshua, o Filho de Elohim, foi levantado pelo Eterno e colocado como instrumento de vida e salvação, e todo aquele que olhar para ele com fé, será salvo, recebendo o livramento e a libertação do “veneno da serpente espiritual” que são: o pecado, a opressão maligna e a morte espiritual. A quem o Eterno revelar Yeshua, viverá por toda a eternidade e jamais perecerá nas trevas. Acerca disto o Filho de Elohim certa vez disse: “E exatamente como Moisés levantou a serpente no deserto, deste modo é necessário o Filho do homem ser levantado (elevado), a fim de que todo aquele que depositar confiança (crer) em direção a ele não seja destruído, mas tenha a vida eterna” (João 3:14,15). Quando depositamos confiança nas palavras de Yeshua, estamos na verdade confiando no Eterno que o enviou. Mas quando rejeitamos e não confiamos nas palavras do Filho de Elohim, estamos na verdade rejeitando o plano que foi estabelecido pelo Eterno, e por isto se diz: “Quem deposita confiança (crer) em direção ao Filho tem a vida eterna, mas o que nega (não deixar-se persuadir, desobedece) o filho não verá a vida, mas a ira de Elohim permanece sobre ele” (João 3:36). Assim como no deserto era preciso acreditar nas palavras de Moisés e olhar para a serpente de bronze, agora se faz necessário acreditar nas palavras de Yeshua, o Filho de Elohim, e olhar para ele na ótica da revelação do Eterno, para sermos salvos da morte espiritual e livres da condenação da alma. O sacrifício que o Filho de Elohim fez foi uma grandiosa prova de amor, recebendo aprovação do próprio Pai e honrarias dos seres angelicais, e assim, todos os que dizem amar verdadeiramente o Eterno, receberão a revelação do Filho de Elohim, pois este é o filho amado do Eterno, o Messias. Acerca destas coisas, lemos na B'rit Chadashá: “Mas, veja, um som proveniente dos céus disse: este é o Meu Filho querido (amado) em quem tenho muita satisfação” (Mateus 3:17). Em Mateus 17:5b o Eterno repete esta declaração e acrescenta: “a ele ouvi”. Enfim, o Eterno, que é UM, tem um Filho e este Filho é Yeshua, o Messias, o qual é o Seu instrumento para redimir os homens e a terra, e derrotar todas as forças das trevas que se rebelaram contra Ele.
Vamos agora identificar algumas situações no Tanach, em que há a participação do Filho de Elohim. No livro de provérbios lemos: “Quem subiu ao céu e desceu? quem encerrou os ventos em seus punhos? quem amarrou as águas no seu manto? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o Seu nome, e qual é o nome do Seu Filho, se o sabes?” (Provérbios 30:4). E no livro de Salmos lemos: “Contarei o estatuto do Eterno: Ele me disse: Tu és Meu Filho, hoje Te gerei. Pede-Me e Te darei as nações por herança, e os confins da terra por possessão” (Salmos 2:7,8). O Rei Davi conhecia o Filho de Elohim e certa vez disse: “Oráculo (disse por revelação) do Eterno ao meu Senhor: Permanece a minha direita até que Eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés” (Salmos 110:1). Neste versículo o rei Davi usa para se dirigir ao Eterno o Seu nome sagrado, conhecido como o “tetragrama”, e para o Messias o termo “Adoni”, que significa “meu Senhor”, revelando assim duas pessoas, ou seja, o Pai e o Seu Filho Yeshua. Quando o Eterno chamou Abraão para firmar com ele uma aliança, naquela ocasião Ele ordenou que Abraão cortasse os animais no meio, como já vimos, e colocasse suas metades defronte umas das outras. Mas, quando Abraão estava pronto para firmar a aliança com o Eterno, e passar pelas metades dos animais, caiu sobre ele um profundo sono e o Eterno passou sozinho pelas metades através de um fogo fumegante e uma tocha de fogo, como está escrito: “E foi quando o sol já estava posto e escureceu, e eis que um fogo fumegante e uma tocha de fogo passaram pelas metades” (Gênesis 15:17). Observe que haviam duas pessoas, ou seja, o Eterno representado pelo “fogo fumegante” e o Messias pela “tocha de fogo”. O Filho de Elohim, Yeshua, o Messias, é uma tocha de fogo que foi gerada do fogo fumegante para ser o representante oficial do Todo Poderoso no mundo existente. Mais um exemplo, entre outros, é quando Moisés chega à sarça ardente, e antes de ouvir a voz de D’us, vê o Anjo do Eterno, que é o Filho de Elohim. No texto do livro de Êxodo lemos: “Viu o Anjo do Eterno numa chama de fogo no meio de uma sarça; Moisés olhava, e a sarça queimava no fogo e a sarça não se consumia” (Êxodo 3:2).
Quanto ao espírito Santo, na verdade é representado como as emanações do Eterno no mundo existente. Estas emanações se desdobram no que é revelado na Bíblia como os sete espíritos de D’us. No original, “Ruach Ha Kodesh”, significa literalmente o “espírito do Santo” ou “espírito, o Santo”, que é uma manifestação tolerável do Eterno no que diz respeito as suas criaturas. Assim, a presença de D’us é sentida pela emanação do Seu espírito, que vem sobre nós numa medida suportável. Se o Eterno se manifestasse de forma plena, o homem expiraria (morreria), pois não poderia suportar a presença do Todo Poderoso numa intensidade maior. Porém é bom ressaltar que quando o Eterno está se manifestando através da emanação do Seu espírito, é Ele próprio agindo, se comunicando conosco, nos guiando ou nos corrigindo. Não é apenas uma “áurea espiritual”, é a pessoa do Eterno que está operando em nós pela sua capacidade de estar presente em todos os lugares e ao mesmo tempo se comunicando com todas as pessoas que estão em todos estes lugares. Como já vimos, Ele nos transmite o espírito do Seu Filho, ou seja, a unção do Messias. Para o Todo Poderoso, bendito seja Ele, tempo e espaço, começo e fim, entre outras coisas, são apenas realidades que Ele criou para compor os mecanismos que regem o mundo existente. Ele na sua incomensurável grandeza transcende a tudo isto e emana sua presença sobre nós, através do Messias, numa intensidade tolerável e suportável para se fazer conhecer, caso contrário seríamos consumidos ao nos aproximarmos Dele.
Na verdade, só o Filho de Elohim pode permanecer a um nível de comunhão mais íntima e profunda com o Eterno, em razão da sua própria constituição, tendo sido gerado por excelência, de uma forma especial, e tendo substância Divina. Por isto, Yeshua pode refletir perfeitamente o brilho da luz Divina do Eterno sobre nós. Vê-lo é como ver D’us, estar próximo dele é como estar próximo do Eterno. É por este motivo que Yeshua é chamado de: “a lâmpada” de D’us e mais precisamente ele é a “menorá” (candelabro de sete hastes que estava no templo), pois ilumina o caminho dos que vão ao encontro do Eterno e, ao mesmo tempo, acende o fogo da unção, que é o poder de D’us, capacitando e agindo no espírito do homem. Como já lemos: “A cidade (nova Jerusalém) não tem necessidade do sol nem da lua a fim de que eles a iluminem, visto que a glória de Elohim a iluminou e o Cordeiro é a Sua lâmpada” (Apocalipse 21:23). O sentido pleno do versículo é que o Eterno colocou Yeshua como uma candeia (vela ou lâmpada) sobre o mundo para iluminá-lo. A luz do Messias procede do Pai, que é a fonte, mas é através do Filho de Elohim que somos
iluminados. Ele, Yeshua, foi gerado com uma capacidade de suportar a presença do Eterno numa intensidade ilimitadamente maior do que nós, e tem a missão de refletir esta luz Divina sobre nós.
O espírito do Santo, manifestado na terra através de sete emanações, revela não só uma diversidade de manifestações, mas também uma variedade de carismas e de dons. Em todos os casos, o Eterno está presente e a manifestação do Seu espírito numa pessoa não é apenas uma energia que está emanando sobre ela, mas a expressão viva do Todo Poderoso, que pelo Seu atributo de onipresença, está agindo efetivamente na vida da pessoa, ensinando, dirigindo e inspirando os seus passos. D’us está em todo lugar, mas quando dizemos que estamos na presença Dele é o mesmo que dizer que o Eterno permitiu fazer sentida a Sua presença e abriu uma porta de comunicação espiritual conosco. Nestes casos diríamos que Ele nos deu olhos para ver e ouvidos para ouvir numa dimensão espiritual. É muito significativo que os sete espíritos de D’us foram colocados no Messias e vem sobre nós através dele, pois como já vimos, é a unção do Messias.
Seguindo este pensamento, lemos no profeta Isaías que os sete espíritos de D’us pousam e operam no Messias. O texto diz: “Um rebento sairá do tronco de Jessé e um ramo novo brotará das suas raízes. E sobre ele pousará o espírito do Eterno (1), o espírito de sabedoria (2), e de compreensão (3), o espírito de conselho (4), e de poder (5), e de conhecimento (6), e temor ao Eterno (7)” (Isaías 11:1,2). No livro do apocalipse (capítulo 4, versículo 5) o apóstolo João tem uma visão espiritual e vê originalmente sete tochas de fogo, semelhantes a uma menorá (candelabro), que são definidos por ele como os sete espíritos de D’us. Esta visão lhe é esclarecida um pouco depois (no capítulo 5) e ele vê as sete tochas como os sete olhos que estão no Messias, que é representado como um Cordeiro. Vamos ler esta passagem: “Também vi no centro do trono e dos quatro seres viventes, e no meio dos anciãos, em pé, um Cordeiro (Yeshua) como tendo sido morto (referente ao seu sacrifício), tendo sete chifres (autoridade sobre os reinos da terra) e sete olhos, os quais são os sete espíritos de D’us enviados em direção a toda a terra” (Apocalipse 5:6). Os sete espíritos de D’us, como tochas de fogo estão no Cordeiro, que é o Messias. O interessante é que os sete espíritos de D’us são enviados a toda a terra depois de terem pousado no Messias, reforçando o argumento da unção do
Messias, como já tratamos neste livro. Em razão disto o espírito do Messias que vem sobre nós é procedente do Eterno a fim de nos fazer semelhantes ao Seu Filho: “Mas vós não estais em carne, mas em espírito, se é verdade que o espírito de D’us habita em vós. Mas qualquer que não tem o espírito do Messias, este não é dele” (Romanos 8:9). O Apóstolo João disse: “Sendo assim, permaneça em vós o que ouvistes desde o princípio. Se permanecer em vocês o que vocês ouviram desde o princípio, também vocês permanecerão no Filho e no Pai. Quanto a vocês, a unção que Dele recebeste permanece em vocês, e não tendes necessidade de que alguém ensine vocês, mas à medida que a Sua unção ensina a vocês acerca de todas as coisas, e é verdadeira, e não é falsa, permanecei nela exatamente como ela vos ensinou” (1 João 2:24,27).
Recapitulando, a unção que está em nós é a unção do Messias, pois veio através dele e com suas características. Porém a origem desta unção tem origem no Eterno, de onde todas as coisas procedem. Tudo isto é operado através dos sete espíritos de D'us, que são Suas emanações no mundo existente. Quando Yeshua falou do “Ajudador”, que também foi traduzido como defensor ou consolador, ele disse que fluía (procedia) do Pai, e ele nos enviaria para dar testemunho dele, porque há de receber do que é dele (João 16:13,14). Este ajudador é o próprio espírito de D’us que vem sobre nós contendo o carisma do Seu Filho Yeshua. Isto seria o mesmo que dizer que quando o espírito de D’us vem sobre nós contendo a unção do Messias, o Pai e o Filho passam a habitar em nós espiritualmente, e é por isto que se diz: “Respondeu Yeshua e disse: Se alguém me ama, observará (guardará) a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos em direção a ele, e faremos nele morada” (João 14:23). Assim, o Eterno é um, Yeshua é o Seu Filho unigênito e o espírito do Santo, que na verdade são sete espíritos, são emanações do espírito do Eterno. Estas manifestações do espírito do Eterno operam em cada pessoa a fim de cumprir Seus propósitos, gerando nove dons espirituais e diversos outros dons naturais. Os dons espirituais abrem a porta para a operação do poder sobrenatural de D’us e os dons naturais dizem respeito a uma capacitação para realizar diversos ofícios e trabalhos de aplicação prática neste mundo (Ler: 1 Coríntios 12:7-11).
Uma observação que é importante citar, é que o termo: “Pai, Filho e espírito Santo” que está escrito em algumas Bíblias em Mateus 28:19 e 1 João 5:7, não consta em todos os manuscritos gregos, nem no aramaico e hebraico, ou foram enxertados posteriormente. Na referência de 1 João 5:7, em especial, algumas bíblias não incluem o termo “Pai, Filho e espírito Santo”, outras colocam entre parênteses e outras contêm no rodapé um comentário acerca da não existência deste texto nos manuscritos originais. Quanto a Mateus 28:19 ocorre o mesmo, pois foi enxertado nos manuscritos gregos, como se lê em nota de rodapé da Bíblia de Jerusalém, a qual foi organizada por editora católica. Mas infelizmente em razão da trindade ser um dogma que recebeu tanta ênfase da igreja romana, estes textos permanecem na maioria das versões do Novo Testamento. Porém, não por uma contradição, mas como comprovação da ilegitimidade destes versículos, todas as imersões que ocorrem no livro de Atos são em nome de Yeshua e não em nome da trindade. Vemos isto em Atos 2:38, Atos 10:48 e Atos 19:5 comprovando de forma indubitável que a imersão deve ser feita em nome do Messias Yeshua e não em nome da trindade. A tradução correta dos versículos que pretensamente fariam menção a trindade é: “Sigam, então, fazendo discípulos de todas as nações, imergindo-os (batizando-os) em meu nome, ensinando-os a observar cuidadosamente tudo quanto vos tenho ordenado. E veja, sou com vocês todos os dias até a consumação dos séculos” (Mateus 28:19,20) – “E o espírito (de D'us) é o que dá testemunho porque o espírito (de D'us) é a verdade” (1 João 5:7).
Outra observação importante ocorre no livro de Marcos, no capítulo 12, quando um escriba pergunta para o Messias qual é o principal de todos os mandamentos. Na resposta, Yeshua cita o “Shemá” (Deuteronômio 6:4-9), cujas palavras devem ser colocadas no coração, ensinadas aos filhos, recitadas ao levantar-se e ao deitar-se e quando caminhar, atadas como sinal nas mãos e na testa e escritas nos umbrais das portas das casas. O problema é que em muitas traduções da B’rit Chadashá a palavra “um” é substituída equivocadamente pela palavra “único”. No grego, “um” tem origem no termo “heis” e “único” no termo “monos”, e embora em Marcos 12:29 é usado no original grego o termo “heis” (UM) e não “monos” (único), as traduções em português e em outras línguas traduzem equivocadamente o texto da seguinte maneira: “O Senhor nosso D’us é o único Senhor”, ao invés da maneira correta, que é: “O Senhor é nosso D’us, o Senhor é UM”, como também está escrito na Torah em Deuteronômio 6:4. Vamos ler agora todo o versículo traduzido literalmente do grego e do hebraico: “Respondeu Yeshua: Porque o primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Eterno é nosso D’us, o Eterno é UM” (Marcos 12:29).
Concluindo, o Eterno não é trino nem Yeshua é uma manifestação de D’us. O Eterno é UM, pleno em unidade e com múltiplas manifestações que exaltam Sua grandiosidade. Yeshua é o Filho de Elohim e mesmo tendo o DNA espiritual do Pai, foi um dia gerado e exerce uma função específica no reino de D’us. Quanto a esta revelação chamaremos de UNIDADE.
FONTE: http://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=370463302971588&id=100000237643180
TESTEMUNHO DA VIAGEM DO JEFFERSON À CONGREGAÇÃO ADONAI SHAMAH NO RJ
Jefferson Alegre Dewes
Também sou muito grato ao Eterno e Seu Filho Yeshua, por me concederem a verdade que tanto busquei e por ter me dado forças para passar por todo deserto que atravessei pra chegar até aqui. Esta visita não foi por vontade humana, mas por vontade do Eterno. Isso se confirmou muitas vezes em apenas poucas horas que cheguei de volta a Santos. Estive no lugar certo e na hora certa! Nunca a vontade de D’ús foi tão clara na minha vida. Também não tinha conhecido até sexta-feira, uma família como a Adonai Shamah, nunca tinha presenciado uma prática tão profunda da Torah, da fé... que foram comprovadas pelos frutos, que minha alma pode sentir nesses dias, como, amabilidade, mansidão, shalom, alegria... Agradeço muito também pela vida do José Adelmo de Matos, que também por seus frutos, tornou possível minha a viagem até o Rio. É dificil expressar tudo que sinto em palavras, mas é uma enorme gratidão por todo amor com que me trataram... Que o Eterno abençoe e guarde toda a congregação em nome de Yeshua Ha Mashiach, que continuem sendo um forte instrumento nas mãos do Eterno. Shalom!
domingo, 3 de julho de 2011
As milhares de denominações que surgiram, fundadas em textos fora de contexto como predestinação, trindade, etc., foi em função do afastamento das raízes judaicas da fé cristã. A Igreja era uma, única
A Igreja do Senhor no Século I era uma, única, indivisível, deixada por Yeshúa (Jesus) e os apóstolos porque o Espírito era o mesmo que operava em todos.
Essa e tantas polêmicas concernentes ao Evangelho é porque o cristianismo afastou-se das raízes judaicas da fé cristã a partir do século II.
O cristianismo distorceu a Lei e a Graça a partir do século II em função da perniciosa teologia da substituição. Assista o vídeo a seguir e entenda. Jesus (Yeshúa) é judeu porque vive, os apóstolos eram judeus, os autores da Bíblia eram judeus, os primeiros milhares de seguidores de Yeshúa eram judeus e zelosos da Lei como o foi Yeshúa (Jesus) que foi quem mandou que guardássemos os mandamentos.
"Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir. Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus." (Mt. 5. 17, 19).
Quem é o Cidadão do Céu, quem vai morar no Céu? >>>: "...aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus (LEI) e a fé em Jesus (GRAÇA)." (Ap. 14.12). A Lei e a Graça sempre caminharam juntos desde o Édem e permanecerá até a volta de Yeshúa (Jesus)!
Salmos
15.1 [Salmo de Davi] SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?
15.2 Aquele que anda em sinceridade, e pratica a justiça, e fala verazmente segundo o seu coração;
15.3 aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhuma afronta contra o seu próximo;
15.4 aquele a cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao SENHOR; aquele que, mesmo que jure com dano seu, não muda.
15.5 Aquele que não empresta o seu dinheiro com usura, nem recebe subornos contra o inocente; quem faz isto nunca será abalado.
"Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor," Hebreus 12.14
O que afasta o homem de D'us? Pecado. "Mas as vossas iniqüidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça." Isaías 59.2 ´
O que aproxima o homem de D'us? Ausência de pecado = Santificação. "Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor," Hebreus 12.14
O que nos diz o que é pecado? A Lei de D'us. "Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir." Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus." Mateus 5.17, 19
O que nos purifica do pecado? O Sangue de Yeshúa (Jesus). "...Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." João 1.29.
Se não há lei, não há pecado, se não há pecado, anula-se a graça, se anula a graça, Cristo morreu em vão.
Por afastar das raízes judaicas da fé cristã, o cristianismo enveredou-se por caminhos tortuosos e obscuros do paganismo e da idolatria antes da Reforma, passando a fazer e adorar imagens de escultura, pecado que D'us mais abomina em toda a Bíblia - Ex. 20: 3 a 5, e, pós-Reforma, adesão ao neopentecostalismo,à teologia da prosperidade, à pós-modernidade (2), ao relativismo, ao sincretismo religioso, ao ecumenismo e tantos outros ismos, até chegar ao ponto de depararmos com o homossexualismo dentro das Igrejas como é o caso do pastor gay, Olli Aalto, da Igreja Luterana, divorciado e pai de três filhas que se tornou pastora, e, agora, a "estrela" da música cristã,Jennifer Knapp, que assumiu ser lésbica, contrariando assim, o tão propalado e principal lema da Reforma Protestante: Sola Scriptura (Somente a Escritura).
A Lei de D'us não salva, mas contribui e é indispensável quando aponta, mostra o nosso erro, a nossa falha, o pecado, crime perante D'us que nos afasta de Sua Presença segundo Sua Santa Lei, nos dando assim a chance, a oportunidade de, uma vez conhecendo o nosso pecado, arrependermos e abandoná-lo como no caso daquela mulher apanhada em adultério. Neste exemplo, a Lei de D'us apontou o seu pecado (adultério), Yeshua (Jesus), SENHOR SALVADOR, o Cordeiro de D'us que tira o pecado do mundo (Jo. 1.29), a perdoou e disse: "...vai-te e não peques mais." (Jo. 8.11). Entendeu a finalidade da Lei de D'us?
A Lei de D'us é como o espelho que mostra as nossas imperfeições e como uma cerca que delimita o território dos seguidores de Yeshua (Jesus) que os ajuda a cumpri-la, imprimindo-a em seus corações por meio do Seu Espírito (Hb. 8:10), conduzindo-os assim a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor (Heb. 12:14).
Há leis que não se aplicam mais pela inexistência do Templo e outras que são mandamentos, estatutos e ordenanças perpétuos, específicos para o povo judeu, mas há muitas leis aplicáveis aos gentios. Os primeiros crentes convertidos a Yeshua (Jesus) que foram milhares de judeus, guardavam a Lei de D'us (Atos 21.20). O que Yeshua (Jesus) condenou com veemência foi o legalismo, regras inventadas pelos religiosos de sua época e acrescidas à Lei de D'us. Esta, Yeshua (Jesus) jamais condenou ou anulou.
Mais uma Reforma ou Restauração?
Passados mil e quinhentos anos nas trevas, "Lutero – cuja Reforma originou-se de uma rebelião contra a influência pagã de Roma sobre a fé cristã – foi incapaz de levar a igreja de volta às suas raízes judaicas e à sua origem em Jerusalém. Curiosamente, em vez de Jerusalém e os ensinos dos apóstolos terem se tornado o ponto central da Reforma, Genebra e os ensinos de Calvino e outros reformadores ocuparam o centro do Protestantismo."
Pastor. Claudio Luis disse
Esse cidadão pregar um evangelho baseado no judaísmo. Distorce a graça enfocando a salvação pelo esforço humano. Se depender do nosso medíocre esforço, permaneceríamos em nossa condição lastimável de escravos do pecado. Mais uma vez eu afirmo:
O pecado como algo universal trouze como justo pagamento a morte de todos: o salário do pecado é a morte (Rm. 5.12; 6.23). A Bíblia nos fala de três tipos de morte decorrentes do pecado:
1) A morte Física - Separação da alma e corpo, pela qual todos os homens - com exceção dos que estiverem vivos quando Cristo retornar em glória - terão de passar (Ec. 12.7; 1Co. 15.51; Hb. 9.27)
2) A morte Espíirtual: Interrupção da comunhão com Deus. O pecado gerou a quebra de nossa comunhão com Deus; isso significa nossa morte espiritual, pois a vida está em Deus e sem comunhão com ele estamos mortos (Is. 59.2; Ef. 2.1-5; Cl. 2.13).
3) A morte Eterna: A interrupção eterna e definitiva da comunhão cm Deus. Os homens que morrem fisicamente, estando mortos espiritualmente, estão mortos eternamente para Deus, não tendo mais oportunidade de arrependimento (hb. 9.27)
Em síntese, o pecado lançou o homem num estado de miséria espiritual contra a qual ele nada pode fazer (Mt. 19.25 e 26; Ef. 2.9; Gl. 2.16). Isso torna os homens dependentes única e exclusivamente da salvação de Deus manifestada em Cristo.
Não podemos fechar os olhos para a nossa condição pós queda. Condição essa que é um estado de miséria espiritual. Deus não mandou ninguém para o inferno, o homem que escolheu. Se o homem no estado de perfeição escolheu cair deste estado, imagine nós com a nossa natureza corrompida pelo pecado, vamos sempre escolher o abismo e continuar separado de Deus. É a nossa natureza depois da queda.
Deus criou o homem para desfrutar de suas bênçãos e ele não quis. Pode de uma mangueira nascer um abacate? Claro que não! Então de pecadores não podem nascer santos. Neste sentido, o salário que recebemos por sermos pecadores é a morte.
Deus seria injusto de deixar todos perecer no inferno? Claro que não! O seu amor é manifestado em resgatar aqueles que ele mesmo lhe aprouver escolher. "Como está escrito: Amei Jacó, porém me aborreci de Esaú. Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum! Pois ele diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão. Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia". (Rm. 9.13-16).
HaDérech (הדרך), O Caminho ✡ Direção segura: a Torá por Yeshua.
Restaurando a Igreja do Século I: amor, poder, identidade, LEI, dons, governo e projeto.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Trindade - Yeshua (Jesus) é D'us? Provas de alterações de texto bíblico para embasar essa doutrina.
JOHAN J. WETTSTEIN
Uma das figuras mais controversas nas fileiras dos pesquisadores bíblicos no século XVIII foi J. J. Wettstein (1693-1754). Desde novinho, Wettstein se viu encantado pela questão do texto do Novo Testamento e suas múltiplas variações e perseguiu o assunto em seus primeiros estudos. No dia posterior a seu aniversário de 20 anos de idade, em 17 de março de 1713, defendeu tese na universidade de Basiléia sobre "A variedade de versões no texto do Novo Testamento". Entre outras coisas, o protestante Wettstein defendia que versões variantes "podem não ter um efeito debilitante sobre a fidedignidade ou integridade das Escrituras". A razão: Deus "pôs esse livro de uma vez por todas no mundo como um instrumento para a perfeição do caráter humano. Ele contém tudo o que é necessário para a salvação tanto da crença quanto da conduta". Nesse caso, versões variantes podem afetar pontos menores das Escrituras, mas a mensagem básica segue intacta, não importa que variante alguém perceba.(17)
Em 1715, Wettstein foi à Inglaterra (em uma turnê literária) e teve completo acesso ao Códice Alexandrino, do qual já ouvimos falar quando abordamos Bentley. Uma parte do manuscrito mereceu a atenção particular de Wettstein: era uma daquelas questões acessórias de conseqüências enormes: dizia respeito ao texto de uma passagem-chave do livro de I Timóteo.
A passagem em questão, I Timóteo 3, 16, fora usada durante muito tempo por defensores da teologia ortodoxa em apoio da visão segundo a qual o próprio Novo Testamento chama Jesus Deus. É que o texto, na maioria dos manuscritos, refere-se a Cristo como "Deus tornado manifesto na carne e justificado no Espírito". Como já indiquei no capítulo 3 deste livro, a maioria dos manuscritos abreviava os nomes sagrados (os chamados nomina sacra, e esse é o caso justamente aqui, onde o termo grego para Deus (ΘEOΣ é abreviado com duas letras, teta e sigma (ΘΣ, com uma linha traçada no topo das duas para indicar que se trata de uma abreviatura. Wettstein percebeu, ao examinar o Códice Alexandrino, que a linha sobre as duas letras fora feita em uma tinta diferente da que fora usada para as palavras circundantes, de onde se depreende que provinha de uma mão tardia (isto é, traçado por um copista posterior). Além disso, o traço horizontal do meio da primeira letra, Θ, não fazia realmente parte da letra, mas era uma linha que vazara desde o outro lado do velho velino. Em outros termos, em vez de se tratar de uma abreviatura (teta-sigma) de "Deus" (ΘΣ, a palavra era realmente formada por um ômicron e um sigma (ΘΣ), uma palavra completamente diferente, que significa simplesmente "quem". A redação original do manuscrito não falava, pois, de Cristo como "Deus manifestado na carne", mas de Cristo, "que foi manifestado na carne". De acordo com o testemunho antigo do Códice Alexandrino, Cristo deixa de ser explicitamente chamado de Deus nessa passagem.
Na seqüência de suas investigações, Wettstein encontrou outras passagens típicamente usadas para afirmar a doutrina da divindade de Cristo que, de fato, representavam problemas textuais. Quando esses problemas são resolvidos com fundamentos crítico-textuais, na maioria das vezes, referências á divindade de Jesus são excluídas. É o que ocorre, por exemplo, quando o famoso parêntese joanino (I João 5, 7-8) é removido do texto. E isso acontece em uma passagem, Atos 20,28, na qual muitos manuscritos falam da "Igreja de Deus, que ele obteve por seu próprio sangue". Aqui, outra vez, fala-se de Jesus como Deus. Mas, vez disso, no Códice Alexandrino e em alguns outros manuscritos, o texto fala da "Igreja do Senhor, que ele obteve por seu próprio sangue". Aqui Jesus é chamado de Senhor, mas não é explicitamente identificado com Deus.
Alertado contra dificuldade desse tipo, Wettstein começou a questionar seriamente as próprias convicções religiosas e foi se familiarizando com o problema segundo o qual o Novo Testamento raramente chega, se é que alguma vez chega, a chamar Jesus de Deus. E ele começou a se sentir incomodado com seus companheiros pastores e professores de sua cidade natal, Basiléia, que às vezes se confundiam na linguagem sobre Deus e Cristo - por exemplo, ao falar do Filho de Deus como se se tratasse do Pai, ou ao dirigir-se a Deus Pai na oração, falando de suas "sagradas chagas". Wettstein achava que era necessário ser mais rigoroso ao falar do Pai e do Filho, visto que não eram o mesmo.
A insistência de Wettstein nesses materiais começou a levantar suspeitas entre seus colegas, suspeitas que se confirmaram para eles quando, em 1730, Wettstein publicou uma discussão dos problemas do Novo Testamento grego como antecipação de uma nova edição que estava preparando. Inclusas entre as amostras de passagens de sua discussão estavam alguns dos textos disputados que eram usados pelos teólogos para fundamentar biblicamente a doutrina da divindade de Cristo. Para Wettstein, na realidade, esses textos tinham sido alterados justamente para incorporar essa perspectiva: os textos originais não podiam ser usados como apoio dessa doutrina.
Essa posição causou furor entre os colegas de Wettstein, muitos dos quais se tornaram seus adversários. Eles fizeram moções junto ao conselho municipal da Basiléia para que Wettstein não conseguisse autorização para publicar seu Novo Testamento grego, por eles classificado de "obra perigosa, indesejável, inútil"; e afirmavam que "o diácono Wettstein está pregando fora da ortodoxia, fazendo afirmações, em suas aulas, contrárias ao ensino da Igreja Reformada e tem em mãos as provas de um Novo Testamento grego no qual algumas perigosas inovações muito suspeitas de socinianismo [uma doutrina que negava a divindade de Cristo] virão à tona". Chamado a prestar contas de seus pontos de vista diante do conselho universitário, concluiu-se que ele defendia posições "racionalistas" que negavam a inspiração plenária das Escrituras e a existência do mal e dos demônios e insistia em obscuridades escriturísticas.
Wettstein foi, então, destituído do diaconato cristão e obrigado a deixar a Basiléia. Por isso, foi estabelecer residência em Amsterdam, onde deu continuidade à sua obra. Posteriormente, queixou-se de que essa controvérsia toda forçou um atraso de vinte anos na publicação de sua edição do Novo Testamento grego (1751-1752).
Mesmo assim, era uma edição magnífica, que mantém todo o valor para os pesquisadores de hoje, mais de duzentos e cinqüenta anos depois. Nela, Wettstein imprime o Textus Receptus, mas também reúne um surpreendente conjunto de textos judeus, romanos e gregos, que são paralelos de afirmações encontradas no Novo Testamento e podem iluminar o sentido delas. Ele também cita um grande número de variantes textuais, aduzindo como prova cerca de vinte e cinco manuscritos maiúsculos e cerca de duzentos e cinqüenta minúsculos (quase três vezes o número a que Mill teve acesso), ordenando-os de modo muito claro, referindo cada maiúsculo com uma letra diferente em caixa alta e usando números arábicos para marcar os manuscritos minúsculos - um sistema de referência que se tornou padrão durante séculos e que ainda é, em sua essência, amplamente usado hoje.
A despeito do enorme valor da edição de Wettstein, a teoria textual que está por trás dela geralmente é vista como completamente ultrapassada. Wettstein ignorava os avanços metodológicos feitos por Bentley (para quem já trabalhadra, cotejando manuscritos) e Bengel (a quem considerava inimigo) e ainda afirmava que os antigos manuscritos gregos do Novo Testamento não mereciam crédito porque, a seu ver, tinham sido todos alterados em conformidade com os testemunhos latinos. Contudo, não há prova de isso ter acontecido e o resultado final de usar esse raciocínio como critério determinante de avaliação é que, quando alguém precisa decidir acerca de uma variante textual, o melhor procedimento não é ver o que os mais antigos testemunhos dizem (eles, de acordo com essa teoria, distanciaram-se completamente dos originais!), mas ver o que os mais recentes (os manuscritos gregos da Idade Média) dizem. Nenhum dos grandes pesquisadores do texto apóia essa teoria esquisita.
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17. HULBERT-POWELL, C. L. John James Wettstein, 1693-1754: an account of hislife, work, and some of his contemporaries. Londres: SPCK, 1938. p. 15-17.
DO LIVRO: BART D. EHRMAN, O que Jesus disse? O que Jesus não disse? Quem mudou a Bíblia e por quê, capítulo 4, A BUSCA DAS ORÍGENS, p. 122-126.
YESHUA (JESUS) É D'US? Escrito por Igor Miguel Certa vez Yeshua foi questionado por um escriba, sobre qual era o principal dos mandamentos. Ele, sem hesitar, lhe respondeu: “Ouve Israel, ADONAI é nosso D'us, ADONAI é UM” (Mc 12:29 - Dt 6:4). Yeshua citou o mandamento central da fé do povo judeu, o fundamento do monoteísmo, a crença em Um Ùnico D’us. Este é um princípio básico das Escrituras, o fato de que não há espaço para deuses, mas para Um Único D’us, ADONAI. Porém tradicionalmente, o cristianismo vem compreendendo Jesus ou Yeshua dentro do conceito de trindade e comumente ouve-se cristãos afirmando que Jesus é D’us ou o próprio ADONAI (O PAI) em carne. Tais afirmações podem ser problemáticas se forem má formuladas, pois colocam em risco a fé monoteísta, produzindo assim uma doutrina que pode soar idólatra ou no mínimo triteísta. Pois afinal, se D’us é um e Seu nome é Adonai, como pode haver outro D’us chamado Jesus? Esta é uma pergunta lógica, que automaticamente produzirá uma outra: “Yeshua é D’us?” Antes de responder esta pergunta, deve-se primeiro refletir sobre o quê significa a palavra “D'us”. Ignorando o fato de que em português ela tem origem pagã, todos tem de alguma forma um conceito do quê esta palavra significa, ou a quem ela se refere. Mas, sabe-se que há diferentes “deuses”, tanto quanto existem diferentes religiões. Porém, ao se tratar do D'us da Bíblia, a que D'us ela está se referindo? Conforme o texto citado, o D'us Único da Bíblia é ADONAI. Para ser mais exato, Seu nome é formado por quatro consoantes hebraicas – Yud, Hei, Vav e Hei, que formaria o correspondente em português YHVH. Como se pode observar, o nome de D'us não tem vogais, o que o torna conseqüentemente impronunciável. Muitos na tentativa de transliterar este nome criaram expressões como Jeová, Javé, Yavé, Yahweh ou Yahú; todas criações de um nome completamente desconhecido, conforme a lingüística hebraica vem comprovando. Como vimos, o nome do D'us de Israel é impronunciável, sendo assim, foi criada uma forma alternativa de chamá-lo, neste caso, a expressão ADONAI, que quer dizer simplesmente “SENHOR”. Conclui-se então, que D'US é UM e seu nome é YHVH (ADONAI). Partindo desta tese, retoma-se a pergunta inicial: “YESHUA (JESUS) É D'US?”. Se esta pergunta é formulada com o sentido de “YESHUA (JESUS) É ADONAI?”, a resposta é: NÃO! Por quê? Por um motivo simples, o próprio Yeshua deixou claro em várias citações sua distinção do PAI (ADONAI); veja este exemplo: "Em verdade, em verdade, digo-vos que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se não vir fazer o Pai; porque tudo o que o Pai faz o Filho faz igualmente. Porque o Pai ama o Filho e lhe mostra tudo o que faz; e Ele lhe mostrará maiores obras do que estas para que vos maravilheis. Porque, assim como o Pai ressuscita os mortos e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer. E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo" (João 5.19-22). Este texto é muito interessante, pois demonstra claramente que Yeshua e o Pai possuem funções distintas e que o poder dEle depende completamente de Adonai, como diz o trecho: “[...] o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma [...]”. Além disso, também fica claro que existe uma poderosa unidade entre ambos - unidade não no sentido de serem a mesma 'entidade', mas de parceria, união - [...] porque tudo o que o Pai faz o filho faz igualmente [...]. Por isto em outro trecho, Yeshua dirá “Eu e o Pai somos UM”. O que se percebe é que Yeshua tem uma autoridade divina – o que não o transforma no PAI. Porém, esta depende profundamente de ADONAI, Ele não tem autoridade ou poder divino por si só, ele depende da unidade com Seu Pai. Outro detalhe importante é perceber a submissão de Yeshua, pois como ele mesmo disse: “[...] vou e volto para junto de vós. Se me amásseis, alegrar-vos-íeis de que eu vá para o Pai, pois O PAI É MAIOR DO QUE EU” (João 14:28). Isto deve ficar claro, pois o problema é que a doutrina da trindade, vem ignorando o fato importante de que Yeshua está submetido à autoridade do Pai (ADONAI), e que o PAI, conseqüentemente é maior do que o Filho. Existe um caráter hierárquico aqui. Agora, voltando à pergunta, “Yeshua é D'us”? Se esta sentença tiver o mesmo sentido de perguntas como: “Yeshua é divino”? ou “Yeshua possui atributos divinos”? ou ainda “Yeshua tem autoridade divina?”. Se ela for formulada com estes significados, não há problemas em responder que SIM, Yeshua é D’us (divino). Pois de fato, Yeshua tem atributos e autoridade divinas, mas não porque ele é o PAI, ou ADONAI, mas, porque o PAI lhe concedeu tal poder – como foi visto em texto anteriormente citado. Vale fazer outra citação antes de prosseguir: “No princípio era o Verbo, o Verbo estava com D'us, e o Verbo era D'us” (João 1:1). Este texto significa que lá em Gênesis (Bereshit em hebraico) a PALAVRA (gr. LOGOS ou hb. DAVAR) estava com D’us, sabe-se que ela é YESHUA (JESUS), porém o texto ainda diz que Ele O VERBO (A PALAVRA) era D'us. Não seria esta uma refutação a teoria apresentada neste texto? De forma alguma! Basta observar a estrutura deste versículo em grego. Toda vez que se usa um termo grego para se referir a um substantivo, usa-se um artigo definido antes dele, a ausência deste artigo indefine automaticamente o substantivo. Por exemplo, quando o substantivo masculino ocorre (em grego) e se quer fazer uso de um artigo definido, usa-se a expressão “rô” 1. O estranho é que neste texto João, o final da sentença está: “kai (e) théos (D'us) en (era) ró (o) logos (verbo)”. Observe a ausência do artigo “ró” antes de D'us (théos), já antes da palavra “logos” ele ocorre. Como no grego a ausência de artigo definido, indica automaticamente indefinição, daí que alguns grupos concluíram a tradução do texto como “um D'us” – os Testemunhas de Jeová por exemplo – traduzindo o texto com um artigo indefinido antes de theós. Porém, esta tradução também é errada, uma solução simplista e que fere a idéia de um único D'us. Pois, ao por D'us no indefinido “um”, supõe-se a existência de outros deuses, e aí cai-se novamente no 'politeísmo'. Finalmente, qual seria a solução para este texto? Qual seria a melhor tradução? Devemos lembrar que o evangelho de João possui um grego muito pobre, provavelmente escrito por alguém que tinha pouco domínio da língua, conforme esclarece o Dr. Russel Champlim: “O grego ali usado é próprio de um autor que falava o aramaico (sic) [hebraico], e que adquiriu o grego como segundo idioma. Há muitos erros gramaticais no original...” (CHAMPLIM, R.N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. Ed. Candeia, São Paulo: 1995, Pg. 544). O que parece é que João queria usar o substantivo theos (D'us) como um adjetivo, não no sentido do 'verbo ser D'us', mas, que o 'verbo é DIVINO'. O que esclarece definitivamente o texto. Fato é, João não estava dizendo através deste texto que Yeshua é ou era ADONAI. Mas, que Ele é divino, o que muda completamente o sentido do versículo. Para entender definitivamente a função de Yeshua, deve-se usar o princípio da representatividade. Yeshua REPRESENTA o Pai. Por ser seu representante legal é também possuidor da autoridade dAquele a quem representa, é divino, não no sentido de ser o PAI, mas no sentido de vir do D'US ADONAI. Por isto a Bíblia o chama de “D'US FORTE” (Isaías 9:5) e “D'US CONOSCO – EMANUEL” (Isaías 7:14). Pois, YESHUA 'REPRESENTA' ADONAI ENTRE NÓS, sendo assim, quem honra o Filho, honra o Pai (João 5:23). Existem vários textos que demonstram este caráter representativo de Yeshua, vejamos: “... o qual (Messias) é a imagem do D’us invisível, o primogênito de toda a criação” (Cl. 1:15). Aqui o Messias é a “imagem do D’us invisível”, ninguém pode ver ao Eterno (YHVH), mas todos podemos vê-lo em Seu Filho o Messias Yeshua. Outro texto interessante é o que está em Hebreus 1:3: “Ele, que é o resplendor da glória e a expressão do Seu Ser”. Vale observar a má tradução feita pelas versões Almeidas (ARC e ARA) que colocam o versículo como: “... a expressão ‘exata’ do Seu ser...” esta palavra – exata – simplesmente não existe no original, a palavra grega aqui é ‘character’ que foi melhor traduzida pela versão americana King James como sendo: “a imagem expressa do Seu ser”. Yeshua é a uma expressão cognoscível, em que é possível conhecer D’us (YHVH). D’us o Pai, o ETERNO (YHVH) é intenso, é icongnoscível, é extenso, transcendente, enorme, é Eterno ou como dizem os cabalistas o EIN-SOF (Sem Fim), nem um homem em seu estado de mortalidade pode conhecê-lo, por isto enviou Ele um mediador (um representante), no qual é possível perceber todos os Seus atributos de uma forma compreensível a mente e as condições espirituais do homem. O D’us icongnoscível se torna congnoscível através de Seu Ungido o Messias YESHUA. Por isto João diz: “Ninguém jamais viu a D’us; o Filho unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (João 1:18) [Observação sobre as versões que põe este verso como: ‘... o D-us o unigênito o revelou...’ estão no final do artigo na nota #2]. Ninguém jamais viu a D’us, por Isto agora podemos vê-lo em Seu filho, é como o próprio Yeshua disse em Mateus 11:27 “... ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. Aí reside o que chamo de “Divindade Representativa” – ninguém pode conhecer o Pai, ninguém pode percebê-lo, Ele é incompreensível se o vermos em nossas limitações intelectuais e espirituais, por isto Ele enviou seu FILHO em quem habita corporalmente (em forma de corpo) sua plenitude, a fim de torna-se compreensível aos olhos humanos. Assim, o D’us único revela seu poder e atributos através de seu Ungido. Chocante para os que formulam D’us dentro do conceito trinitariano é pensar na possibilidade que Yeshua (Jesus) tem um D’us, sim, Paulo faz menção a isto quando diz: “Bendito seja o D’US, e PAI de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias...” (II Co 1:3 e Ef 1:3). Como pode Ele ser o D’us de si mesmo? Encerra-se dizendo: “Depois virá o fim, quando houver entregado [YESHUA] o Reino a D-us, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império e toda a potestade e força. Porque convém que [YESHUA] reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. Porque todas as coisas (o Messias) sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua Aquele [O PAI] que sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas [A YESHUA], então também o mesmo Filho se sujeitará Àquele [AO PAI – ADONAI] que todas as coisas lhe sujeitou, para que D-us seja tudo em todos” (I Co.15:24). Este texto significa que D’us (O PAI) deu autoridade máxima a Yeshua nestes tempos, para destruir principados, aniquilar impérios, para subjugar o inimigo e conquistar o Reino, finalmente, quando o Messias cumprir sua missão, Ele devolverá o Reino pronto para PAI, para que ELE (D’US – ADONAI) seja tudo em todos. 1 - “Rô” (aspiração áspera + ómicron) ocorre quando o substantivo está no nominativo, quando se está no acusantivo é o artigo “ton”(tau + ómicron + ní). Nos substantivos femininos são outras ocorrências. 2 - As versões Almeida em Português adotaram a tradução “D-us Unigênito”, tradução esta rejeitada por várias versões clássicas e modernas, como a King James, a NVI e outras. Pois em alguns manuscritos antigos ocorre como “Filho Unigênito” e João raramente usa a expressão em grego para unigênito (monoguêne gr.) ligado a “D-us”, o sempre faz ligado a “Filho”. Como os manuscritos antigos do N.T. abreviavam nomes sagrados como “D-us”, “Filho”, “Israel”, (isto é chamado entre os estudiosos de nomina sacra), a similaridade das duas letras minúsculas Teta e Sigma que juntas eram uma abreviação para a palavra “D-us” e as letras Ypsilon e Sigma, que juntas eram uma abreviação para a palavra “FILHO”, poderiam ser facilmente confundidas por um tradutor. Daí a ocorrência em alguns manuscritos traduzirem o versículo como “Filho” e outras como “D-us”. Como João nunca usa a expressão “Unigênito” associada a D’us, mas várias vezes associada a Filho, as boas traduções não usam mais esta versão: “O D-us unigênito o revelou” e sim “O Filho unigênito o revelou...”. http://www.ensinandodesiao.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=90&Itemid=28
Maranata! O Senhor Salvador, Yeshua (Jesus), vem!
"Deixo-vos a paz... Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." (Jo. 14: 27)
A Igreja do Primeiro Século em ação, os milagres acontecem!
Saudações Cristocêntricas aos ilustres visitantes
"...assim falamos, não como para agradar aos homens, mas a Deus..." (I Tes. 2: 4)
Direto da HaDérech (הדרך) - O Caminho, enquanto navega, ouça uma das rádios das principais denominações evangélicas e mensagens edificantes em áudio. Tem tv's também. Tudo à sua direita em relação à página. Saiba das últimas desta e de outras redes evangélicas na página principal da HaDérech (הדרך) - O Caminho.
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Igreja Cristã Maranata
Música, notícia e palavra relevante. Mais que palavras às 10, 14, 18 e 22 hs.
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"O Senhor Salvador, Yeshua (Jesus), vem!"
O Arrebatamento
Pr. Cesino Bernardino - Visão da Igreja Fiel, invisível!!!
Se o livro de sua vida fosse fechado hoje, o que lhe caberia?
O Preparo da Igreja para a Volta de Jesus (Yeshua)
O Senhor Jesus voltará para encontrar-se com uma Igreja que vive como um Corpo, guiada pelo Cabeça, o Senhor Jesus Cristo, por meio do Espírito Santo - A IGREJA FIEL, invisível!. Saiba mais.
E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem. (Mt. 24: 37 - 39)
"Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca." (Mt. 26: 41, Mc. 14: 38)
"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;..." (Hb. 12: 14)
"Se me amais, guardai os meus mandamentos." (João 14: 15)
Assista a qualquer hora e quantas vezes quiser a parashá ministrada sempre no sábado anterior.
Você não pode perder esta benção!
Estude teologia a distância pelo
O MJBI (Instituto Bíblico Judaico-Messiânico), é uma escola aberta a judeus e gentios (não-judeus) que crêem em Yeshua (Jesus) como o Messias ou aos que desejam se aprofundar a respeito dEle em uma abordagem judaica no contexto histórico e lingüístico dos originais.
Sincretismo religioso, relativismo, heresias e apostasia dos últimos tempos
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; (Mateus 24: 4)
"Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;" (1 Timóteo 4:1-2)
ABRAÇE A IGREJA CUJA MENSAGEM CENTRAL É:
- Yeshua (Jesus) Senhor Salvador, único caminho que leva o homem a D'us;
- Vida Eterna (Mt. 19: 16; Jo. 10: 10);
- Santificação - A essência da Lei é santificação pois mostra o que é pecado (Hb. 12: 14, Rm. 7: 7, 12);
- A volta de Yeshua (Jesus) (Mt. 24: 42; 25);
As promessas de D'us para esta vida? A Palavra de D'us nos diz: "Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão." (Salmos 37: 25). Bençãos como curas, milagres, expulsa de demônios, entre outras, são frutos de uma vida santificada (At. 19: 13).
E FUJA DAS IGREJAS QUE VIVEM PREGANDO:
- Felicidades para esta vida (prosperidade, sucesso financeiro, sucesso no casamento, etc.);
- Libertações, correntes (macumba, maus olhares, feitiçaria, demônios, onde os espíritos malignos vivem se manifestando - quem tem que manifestar na igreja é o Espírito Santo conf. Mt. 3: 11 e I Cor. 12), etc.);
- Unção disso e daquilo, cair no espírito, etc. (O Espírito Santo manifesta na Igreja conforme Mt. 3: 11 e I Cor. 12). " Saiba mais.
"No início, a igreja era um grupo de homens e mulheres centrados no Cristo vivo. Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia. Depois, chegou até Roma e tornou- se uma instituição. Em seguida, à Europa, e tornou-se uma cultura. E finalmente, chegou à América,e tornou-se business." Pr. Richardson Halverson, capelão do senado americano.
Restaurando a Igreja do Primeiro Século, nosso referencial inconteste!
Como era, qual o contexto em que estava inserida e o que praticava.
Pesquisando poderemos descobrir mais e mais sobre a Igreja do Século I, específicamente até a destruição do Templo em Jerusalém.
Caminhos obscuros, tortuosos e de trevas que o cristianismo tomou após afastar-se de Jerusalém, dos judeus crentes em Yeshua (Jesus) zeladores da Santa Lei de D'us, ou seja de suas raízes judaicas da fé (entenda: ao afastar-se da Lei de D'us):
Após a destruição do Segundo Templo e, sobretudo, a partir do Século II, teve início, possivelmente por zelo e até inconscientemente, o anti-semitismo cristão pela maioria dos chamados pais da Igreja com consequencias cruéis e desastrosas tanto para cristãos como para judeus. Para os cristãos: morte espiritual ao deixarem Jerusalém ou seja suas raízes judaicas da fé e indo para as trevas (Roma), enveredando-se por caminhos obscuros do paganismo e da idolatria, passando a fazer e a adorar imagens de escultura, pecado que D'us mais abominou na história do seu povo. Para os judeus: morte física. Milhões e milhões de judeus mortos nas fogueiras da inquisição, nos pogroms soviético, culminando com o Holocausto.
Os cristãos ao se afastarem de suas raízes judaicas da fé, deixaram de estudarem e praticarem a Lei de D'us conforme tradição estabelecida após o retorno a Israel do exílio da Babilônia quando o escriba Esdras e o governador Neemias reorganizaram o povo e prescreveram que a Torá fosse lida em público, e as passagens traduzidas e comentadas em aramaico. Este estudo semanal da Torá ficou conhecido como parashá (porção em hebraico). Assim a bendita Lei que aponta o pecado que nos separa de D'us estava sempre em evidência e conhecida por todos trazendo temor e tremor aos corações, por fim a santificação do povo, razão de ser da Lei. Isto foi o que de mais precioso os cristãos perderam com o anti-semitismo feroz ou seja a base e fundamento da fé. “O Novo Testamento sem o Antigo é tão impossível quanto o segundo pavimento de uma casa sem o primeiro, o Antigo sem o Novo sendo tal e qual uma casa sem teto”. (Judeu David Stern).
Passados mil e quinhentos anos nas trevas, "Lutero – cuja Reforma originou-se de uma rebelião contra a influência pagã de Roma sobre a fé cristã – foi incapaz de levar a igreja de volta às suas raízes judaicas e à sua origem em Jerusalém. Curiosamente, em vez de Jerusalém e os ensinos dos apóstolos terem se tornado o ponto central da Reforma, Genebra e os ensinos de Calvino e outros reformadores ocuparam o centro do Protestantismo." Finalmente, a Reforma deu no que deu, heresias e mais heresias sob a sigla Neopentecostalismo.
"No início, a igreja era um grupo de homens e mulheres centrados no Cristo vivo. Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia. Depois, chegou até Roma e tornou- se uma instituição. Em seguida, à Europa, e tornou-se uma cultura. E finalmente, chegou à América,e tornou-se business." Pr. Richardson Halverson, capelão do senado americano.
"...É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás." (Rm. 7: 7)
"E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." (Rm. 7: 12)
Jesus reforçou a Lei de D'us com mais rigor (Mt. 5: 28) e condenou o legalismo (Mt. 23: 23).
"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;" (Hb. 12: 14)
Bençãos para quem tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.
SALMO 1
1 BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. 2 Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. 3 Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará. 4 Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.
5 Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.
6 Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.
Reflexão:
"Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;" (João 5: 39).
"Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus." (Mateus 22: 29)
Que Escrituras são estas que o judeu Yeshua (Jesus) e os apóstolos judeus se referiam?
Estas Escrituras eram senão as Escrituras hebraicas do Antigo Testamento, pois até então não havia sido formado o cânon do Novo Testamento.
“O Novo Testamento sem o Antigo é tão impossível quanto o segundo pavimento de uma casa sem o primeiro, o Antigo sem o Novo sendo tal e qual uma casa sem teto”. (Judeu David Stern). A fé baseada somente no Antigo ou no Novo Testamento não tem sustentação, razão do fracasso da Reforma Protestante.
Jesus condenou veementemente o legalismo dos fariseus (religiosos) e jamais a Lei de D'us, cuja essência é santificação. "Segui a paz com todos, e asantificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;" (Hb. 12: 14)
"Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás." (Rm 7: 7)
"E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." (Rm. 7: 12)
Leis para os gentios, goys (não judeus)
Nossos irmãos mais velhos, os judeus, podemos assim chamá-los, foram escolhidos para serem luz entre as nações (Isaías 42:6-7). Esta profecia se cumpriu pois os autores de cada livro da Bíblia foram judeus, consequentemente, os judeus são autoridades naturais da Bíblia. Nosso Senhor Salvador Yeshua (Jesus) é judeu porque está vivo, os apóstolos foram judeus. As Boas Novas começou com judeus e não é de duvidar que o último avivamento na Terra terminará com os judeus. Maranata! O Senhor Salvador vem!
Israel nunca deixará de existir
"Assim diz o Senhor, que dá o sol para a luz do dia, e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; o SENHOR dos Exércitos é o seu nome. Se falharem estas leis fixas diante de mim, diz o SENHOR, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre. Assim diz o SENHOR: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o SENHOR." Jr. 31: 35 - 37
Voltando à Igreja do 1º Século
O Novo Testamento Judaico por David Stern
Mais que uma obra sobre judeus, este é um livro judaico feito por judeus, para judeus e gentios. Sua personagem central, o Messias Yeshua (Jesus), era e é um judeu. A expiação vicária, a salvaçaõ, a imersão (batismo), a nova aliança e o verdadeiro conceito de Messias são todos temas judaicos. Em suma, o Novo Testamento tem como alicerce e ao mesmo tempo completa as escrituras hebraicas. Clique aqui para adquirí-lo.
Comentário Judaico do Novo Testamento por David Stern
944 páginas
Finalmente no Brasil e em português, o famoso comentário, versículo por versículo, do Novo Testamento no contexto JUDAICO, elaborado por David Stern. Nesta obra memorável e já conhecida mundialmente, o autor oferece aos estudiosos da Bíblia uma visão completa da cultura, da teologia e da geografia de Israel dos dias de Yeshua. Foram necessárias décadas de estudo e pesquisas nas línguas hebraica, grega e aramaica para proporcionar o máximo de entendimento dos textos originais.
Entenda as difíceis passagens do Novo Testamento em seu contexto original, restaurando o verdadeiro conhecimento bíblico dos apóstolos. Adquira este compêndio teológico e restaure as raízes bíblicas e judaicas da verdadeira fé cristã. Clique aqui para adquirir.
A Igreja do Primeiro Século era também a Obra do Espírito Santo
"E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo." (Mt. 3: 11)
"Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel: E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos terão sonhos; E também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar." (At. 2: 16 a 18, 39)
"Em sua eterna sabedoria e graça, Deus decidiu conceder à Igreja todos os instrumentos espirituais necessários à Sua edificação: os 9 dons espirituais (I Cor. 12: 8 - 11) – palavra de sabedoria, palavra de conhecimento, fé, dons de curar, operações de milagres, profecia, discernimento de espíritos, variedade de línguas e interpretação de línguas - e os 5 ministérios (Ef. 4: 11)- apóstolo, profeta, evangelista, pastor e mestre." Saiba mais.
"...uma obra...". Nem duas, nem três. Inacreditável! Projeto de D'us.
Músicas judaico messiânicas
Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Apegue-se-me a língua ao paladar, se não me lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria." (Sl. 137: 5 - 6).
Nossos irmãos mais velhos, os judeus, foram escolhidos para serem luz entre as nações (Isaías 42:6-7). Se temos hoje a Bíblia Sagrada (AT/NT) em nossas mãos, graças aos judeus. Os autores de cada livro da Bíblia foram judeus. Nosso Senhor Salvador (Yeshua) é judeu porque está vivo, os apóstolos foram judeus. As Boas Novas começou com judeus e não é de duvidar que o último avivamento na Terra terminará com os judeus. Maranata! O Senhor Salvador vem!
Israel nunca deixará de existir

